Por Laís Viriato
Que os impactos ambientais gerados pelo uso e descarte dos resíduos químicos, no nível em que ocorrem hoje, são preocupantes?
Não só as indústrias, mas também as Universidades e as Escolas são fontes geradoras dessa problemática. Isso acontece porque as atividades desenvolvidas nos laboratórios de ensino e pesquisa fazem uso de substâncias e produtos que possuem potencial poluidor muito grande e não devem ser rejeitadas de forma incorreta, como por exemplo, descartadas na pia ou no solo.
Não só as indústrias, mas também as Universidades e as Escolas são fontes geradoras dessa problemática. Isso acontece porque as atividades desenvolvidas nos laboratórios de ensino e pesquisa fazem uso de substâncias e produtos que possuem potencial poluidor muito grande e não devem ser rejeitadas de forma incorreta, como por exemplo, descartadas na pia ou no solo.
Nos anos 80 as Instituições de Ensino Superior brasileiras sentiram a necessidade de implantação de programas de gerenciamento de resíduos químicos (ALBERGUINI, SILVA e RESENDE, 2005). A partir daí um novo enfoque sobre os resíduos químicos começou a tomar forma, com o objetivo de sugerir novas e desafiadoras soluções, levando-se em conta a necessidade de buscar uma alternativa para evitar e minimizar a geração de resíduos. Um novo aspecto tomou conta sobre as questões que envolviam a redução do impacto da atividade química sobre o ambiente, sendo chamado de química verde.
“O gerenciamento de resíduos químicos em laboratórios de ensino e pesquisa no Brasil começou a ser amplamente discutido nos anos 1990” (AFONSO et. al, 2003, p.602) e até os dias atuais a sociedade vem se conscientizando, cada vez mais, com relação à questão ambiental e prevê a real necessidade de se induzir a criação de programas de gerenciamento em instituições, na busca pela sustentabilidade.
Muitas Escolas e Universidades ainda não possuem um plano/programa de gestão e gerenciamento desses Resíduos Químicos. A preocupação com o meio ambiente e a sustentabilidade além das leis vigentes que obrigam o cuidado e a conscientização, fizeram com que os principais centros de ensino e pesquisa, especialmente na área da química começassem a estudar alternativas para garantir a continuidade dos trabalhos sem degradar o meio ambiente (DIAS, 2006).
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AFONSO, J. C. et al. Gerenciamento de Resíduos Laboratoriais: Recuperação de elementos e preparo para descarte final. Química Nova. Vol. 26, Nº 4, 602-611, 2003.
ALBERGUINI, L. B. A.; SILVA, L. C.; REZENDE, M. O. O. Tratamento de Resíduos Químicos: Guia Prático para a solução dos resíduos químicos e Instituições de Ensino Superior. Editora Rima, São Carlos/SP, 2005
DIAS, G. F. Educação e Gestão Ambiental. 1. ed. – São Paulo : Gaia, 2006
AFONSO, J. C. et al. Gerenciamento de Resíduos Laboratoriais: Recuperação de elementos e preparo para descarte final. Química Nova. Vol. 26, Nº 4, 602-611, 2003.
ALBERGUINI, L. B. A.; SILVA, L. C.; REZENDE, M. O. O. Tratamento de Resíduos Químicos: Guia Prático para a solução dos resíduos químicos e Instituições de Ensino Superior. Editora Rima, São Carlos/SP, 2005
DIAS, G. F. Educação e Gestão Ambiental. 1. ed. – São Paulo : Gaia, 2006
Gostei muito, estou passando por um problema no colégio em que ensino exatamente pelo fato dos resíduos químicos do laboratório temos muitos reagentes vencidos mas não alem dos resíduos das aulas que estamos estocando.
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